Estamos no fim de nossos dias, até onde vai a falta de caráter de muitas pessoas intituladas "Servos & Servas de Deus"
Veja o video abaixo do intitulado Pastor que Revelava pelo Orkut.
domingo, 6 de março de 2011
domingo, 6 de dezembro de 2009
sábado, 5 de dezembro de 2009
A BÍBLIA
Sua origem:
É comum para qualquer pessoa que professe a fé cristã, ter como livro de cabeceira a Bíblia Sagrada, principal e único livro da religião cristã, que teve seu inicio em Jesus Cristo.
Mas muitas pessoas que lêem esse livro todos os dias, mal conhecem a sua origem e como ela chegou até nós, a outras que aproveitam dessa falta de conhecimento para tirar proveito da ingenuidade alheia.
Nesse capitulo estaremos conhecendo um pouco da história da Bíblia Sagrada, para que você não se torne presa fácil dessas pessoas mal intencionadas.
Codex Sinaiticus(c. 350) contém a copia mais antiga completa do Novo Testamento, assim como o Antigo Testamento em grego, conhecido como Septuaginta
CÂNON - DATAS E PERÍODOS
O Novo Testamento foi completado em menos de 100 anos, pois seu último livro, o apocalipse, foi escrito cerca de 96 D.C. Isto é, dá um total de 1.142 anos para a formação de ambos os Testamentos (1046+96).Leve em conta Que a cronologia Bíblica é sempre aproximada, pois os povos orientais não tinham um sistema fixo de computação de datas.
Quando se fala do espaço total de tempo, que vai da escrita do Pentateuco ao apocalipse, é preciso intercalar os 400 anos do período interbíblico ocorrido entre os Testamentos, o que dará um total de 1542 anos (1046+96+400). Por isso se diz que a Bíblia foi escrita no espaço de 46 séculos. Este é o período no Qual o cânon foi completado.
CÂNON - SUA INSPIRAÇÃO
A canonicidade é determinada pela inspiração. Os livros da Bíblia não
são para Deus oriundos, isto porque eles tem valor, provieram de Deus. O processo mediante o qual Deus nos concede sua revelação chama-se inspiração. È a inspiração de Deus num livro que determina sua canonicidade. Deus dá autoridade divina a um livro, e os homens de Deus o atacam. Deus revela, e o seu povo conhece o que o Senhor revelou. A canonicidade é dada por Deus e descoberta pelos homens. A Bíblia constitui o "cânon", pelo qual tudo mais deve ser medido e avaliado pelo fato de Ter autoridade concedida por Deus. Sejam quais foram as medidas (os cânones ) usados pela igreja para descobrir com exatidão que livros possuem essa autoridade canônica ou normativa, não se deve dizer que determinam a canonicidade dos livros. Dizer que o povo de Deus, mediante quaisquer regras de conhecimento, "determina" que livros são autorizados por regra de conhecimentos. Deus pode conceder absoluto.
Só a inspiração divina determina a autoridade de um livro, se ele é canônico, de natureza normativa.
CÂNON - SUA DESCOBERTA
O povo de Deus tem desempenhado um papel de grande importância no processo de canonização. A comunidade dos crentes arca com a tarefa de chegar a uma conclusão sobre quais livros são realmente de Deus. A
fim de cumprir esse papel, a igreja deve procurar cartas características próprias da autoridade divina. Como poderia alguém reconhecer um livro inspirado só por vê-lo? Dai vários critérios estavam em jogo nesse
processo de reconhecimento. Ao qual são eles:
OS PRINCÍPIOS DA DESCOBERTA DA CANONICIDADE:
Sempre existiram falsos livros e falsas mensagens. E por representarem ameaça constante, surgiu-se a necessidade de que o povo de Deus tivesse mais cuidado com a coleção de livros sagrados guardados consigo, pois poderia haver alguns erros. A partir daí a igreja passou a questionar esses livros sagrados mediante cinco critérios; ao qual são eles:
a)O livro é autorizado - Veio de Deus;
b)É profético - Foi escrito por um servo de Deus;
c)É digno de confiança - Fala a verdade a cerca de Deus;
d)É Dinâmico - Possui o poder que transforma vidas;
e)É aceito pelo povo de Deus para o qual foi originalmente escrito.
Muitas objeções têm sido levantadas contra as várias teorias da inspiração, as quais partem de diferentes concepções, tendo variados graus de legitimidade, dependentemente do ângulo de observação da pessoa que as formula. Visto que o objetivo deste estudo é levar o leitor a compreender o caráter da Bíblia, o critério analítico que escolhemos visa a avaliar todas essas teorias, levando em consideração o que as Escrituras revelam a respeito de sua própria inspiração. Comecemos com o que a Bíblia ensina formalmente sobre essa questão e, depois, examinemos o que se acha logicamente implícito nesse ensino.
O que é Teologia ?
Sua origem.
O termo teologia tem sua origem a milhares de anos, na antiga Grécia.
A palavra teologia pode ser interpretada dessa forma theós “deus”, e logos, “estudo”, “discursos”, “raciocínio”. Essa palavra indica o estudo das coisas relativas a Deus, a sua natureza, obras e relações com o homem, etc.
Uso histórico:
No grego clássico é usado para explicar acerca de seus deuses e seus atos, lendários e filosóficos.
No estoicismo há diversos relatos místicos, referente aos deuses, são na maioria idéias naturais (racionais), a respeito deles e de questões espirituais, a religião civil no que diz respeito aos deuses, aos ritos, e às cerimônias religiosas.
Cristianismo Patrístico – Temos ai, essencialmente, uma teologia bíblica, incluindo aquilo que a bíblia diz sobre Deus e seus atos. Mas vários dos pais da Igreja adicionaram algum material oriundo dos melhores aspectos da filosofia grega, conforme se vê nos escritos de Platão, de tal forma que até termos platônicos foram usados para exprimir noções cristãs e bíblicas.
Teologia Bíblica – A teologia depende tanto da Bíblia que essa expressão, em muitos círculos, acabou significando as próprias Escrituras.
Unificação do conhecimento – Os chamados pais da Igreja, e então teólogos da Idade Média, enfatizaram a unidade da verdade e do conhecimento, dando a entender que todos os assuntos de estudos, incluindo as ciências, são ramos da teologia, visto que todas essas disciplinas de modo falam sobre os atos e as manifestações de Deus. Em tudo descobriríamos a mente de Deus, tanto na matemática como na biologia, como em qualquer outra matéria de estudo.
Teologia como termo genérico – No uso moderno o termo veio indicar certo número de disciplinas inter-relacionadas, como a teologia dogmática (sistemática), a teologia bíblica, a teologia moral, etc.
Tipos de Teologia:
Teologia Bíblica – A Bíblia é, virtualmente, a única fonte informativa; e mesmo quando há apelo a outras fontes, elas são sistematicamente classificadas.
Teologia Dogmática (Sistemática) – As denominações protestantes e evangélicas produzem seus próprios credos sistematizados. Doutrinas que a Bíblia meramente sugere (ali a Bíblia continua sendo a principal, embora não a única fonte informativa, exceto no liberalismo) são promovidas à posição de doutrinas explicitas. Procura-se fazer os mais completos estudos sobre ensinos bíblicos como a Trindade, a encarnação, a expiação, a Igreja, as ordenanças, as ultimas coisas, etc. A teologia sistemática por muitas vezes vai além daquilo que a Bíblia ensina; e meras implicações bíblicas já se tornam ali dogmas rígidos.
Teologia Moral – Os cristãos preferem-na chamar de ética cristã. Esta em pauta a conduta cristã ideal. Até bem dentro dos tempos modernos, a Bíblia era o principal, ou mesmo o único manual de conduta. Mas atualmente os filósofos-teólogos preferem apelar para outras fontes, vantajosas ou não.
Teologia Pastoral – A teologia pastoral consiste em instruções aos ministros das igrejas locais, acerca de como deverão tratar a sua gente. Em certo sentido, é a ciência da cura de almas. No seu sentido prático, a teologia pastoral aborda os ritos, os cultos e as expressões religiosas práticas.
Teologia Mística – Essa é a teologia que estuda acerca de como a alma pode ter acesso direto e comunhão com Deus, mediante as experiências místicas. E isso de maneira externalizada, como nas visões, nas profecias ou na iluminação, ou de maneira subjetiva, como na intuição.
Teologia Litúrgica – Essa teologia aborda as formas de adoração, e de que modo essas formas devem ser praticadas nas igrejas locais.
Teologia Filosófica – E a filosofia empregada a fim de examinar, organizar e explicar melhor a teologia. A realidade é examinada filosoficamente. Deus aparece como parte dessa realidade, como também a alma.
Teologia da Riqueza (Prosperidade) – Por toda parte a Bíblia ensina que Deus é o criador, o proprietário de todas as coisas. Só ele é o criador e o distribuidor de riquezas. A riqueza é um dom de Deus. Em Deuteronômio 8:18, Israel foi instruído: “Antes te lembrarás do Senhor teu Deus, porque é ele que te dá força para adquirires riquezas...” O cristão, pois, é apenas um administrador das riquezas pertencentes a Deus. Na aplicação da parábola dos talentos, porém, Cristo diz que ele merece um lucro em face do investimento.
A possibilidade da Teologia:
Um pré-requisito para se construir um sistema teológico é provar que o conhecimento
teológico é possível. Jesus diz que “Deus é Espírito” (João 4:24); ele transcende a
existência espaço-temporal do homem. A questão que então se levanta diz respeito a
como os seres humanos podem conhecer algo sobre ele. Deuteronômio 29:29 tem a
resposta:
As coisas encobertas pertencem ao SENHOR, o nosso Deus, mas as reveladas
pertencem a nós e aos nossos filhos para sempre, para que sigamos todas as
palavras desta lei (Deuteronômio 29:29).
Deus revelou sua existência, atributos e exigências morais a todo ser humano, incluindo
tal informação dentro da mente do homem. A própria estrutura da mente humana inclui algum conhecimento sobre Deus. Esse conhecimento inato, conseqüentemente, faz com que o homem reconheça a criação como à obra de um criador. A grandeza, magnitude e o desígnio complexo da natureza servem para lembrar ao homem de seu conhecimento inato sobre Deus.
Os teólogos chamam isso de REVELAÇÃO GERAL. Esse conhecimento de Deus é inato
na mente do homem e não se origina da observação do mundo externo. O homem não infere do que ele observa na natureza que deve existir um Deus; antes, ele conhece o Deus da Bíblia antes de ter acesso a qualquer informação empírica. A função da observação é estimular a mente do homem a recordar esse conhecimento inato de Deus, que foi suprimido pelo pecado, e é também por esse conhecimento inato que o homem interpreta a natureza.
Toda pessoa tem um conhecimento inato de Deus, e para onde quer que ele olhe, a
natureza lembra-se disso. Todos os seus pensamentos e todas as suas experiências dão
testemunho irrefutável da existência e dos atributos de Deus; a evidência é inescapável.
Portanto, aqueles que negam a existência de Deus são acusados de suprimir a verdade pela sua perversão e rebelião, e ao reivindicaram ser sábios, tornaram-se loucos (Romanos 1:22). Em outras palavras, a revelação geral de sua existência e atributos por toda a sua criação – isto é, o conhecimento inato do homem e as características do universo – deixam aqueles que negam a sua existência sem escusa, e assim eles são justamente condenados.
Embora uma pessoa tenha um conhecimento inato da existência e dos atributos de Deus, e o universo criado sirva como um lembrete constante, a revelação geral é insuficiente para conceder conhecimento salvífico de Deus e de informação impossível de ser assim obtida. Assim, Deus revelou o que Lhe agradou nos mostrar através da revelação verbal ou proposicional – isto é, a Escritura. Essa é a sua REVELAÇÃO ESPECIAL. Através dela, se ganha informação rica e precisa concernente a Deus e às suas coisas. É também através da Escritura que uma pessoa pode obter um conhecimento salvífico de Deus.
O conhecimento de Deus é também possível somente porque ele fez o homem à sua própria imagem, de forma que há um ponto de contato entre os dois, a despeito da
transcendência de Deus. Animais ou objetos inanimados não podem conhecer a Deus como o homem, mesmo se lhes fosse dada sua revelação verbal.
Referências:
Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia - Russel Norman Champlin - Editora Hagnos
Teologia da Prosperidade
A Pregação da Teologia da Prosperidade:
Você já deve ter ido ou ate mesmo assistido na televisão ou quem sabe ouviu em emissoras de radios, os sermões mirabolantes pregados por esses ministros religiosos.
Caso você ainda não conheça, vou descrevê-los para refrescar a sua memória.
Pastor : Igreja de Jesus, está escrito na Bíblia que Deus é dono do ouro e da prata, por isso você meu irmão, irmã, amigo e amiga não pode continuar vivendo nessa miséria.
Igreja: Amém
Faz uma prova de Deus, desafia Deus, diga para ele que está escrito que ele tem que honrar a sua fé.
Venha ate a frente do púlpito, do altar da igreja e pega seu envelope e faz prova da sua fé.
Igreja: Amém

São frase como essa e muitas outras que mais se houve em culto cristão, em muitas denominações evangélicas.
Esses pregadores estão mais preocupados com o movimento financeiro da igreja que administram, do que a conversão de almas, deixando em ultimo plano o sacrifício vicário de Cristo no calvário.
Você já deve ter ido ou ate mesmo assistido na televisão ou quem sabe ouviu em emissoras de radios, os sermões mirabolantes pregados por esses ministros religiosos.
Caso você ainda não conheça, vou descrevê-los para refrescar a sua memória.
Pastor : Igreja de Jesus, está escrito na Bíblia que Deus é dono do ouro e da prata, por isso você meu irmão, irmã, amigo e amiga não pode continuar vivendo nessa miséria.
Igreja: Amém
Faz uma prova de Deus, desafia Deus, diga para ele que está escrito que ele tem que honrar a sua fé.
Venha ate a frente do púlpito, do altar da igreja e pega seu envelope e faz prova da sua fé.
Igreja: Amém
São frase como essa e muitas outras que mais se houve em culto cristão, em muitas denominações evangélicas.
Esses pregadores estão mais preocupados com o movimento financeiro da igreja que administram, do que a conversão de almas, deixando em ultimo plano o sacrifício vicário de Cristo no calvário.
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sexta-feira, 17 de julho de 2009
Encontro de Pós-Graduação SP



Aulas da pós em São Paulo
17/07/2009 · 1 Comentário
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Então. Como havia dito, estive em São Paulo para as aulas da pós em antropologia da religião. Foi muito bom. Foram 8 (oito) dias bem puxados, que valeram pelo conhecimento e pelos amigos que fiz. Rimos, debatemos e aprendemos.
Abraço ao colegas de classe: Danilo, Pr. Max, Prof. Pr. Jairo, Pr. Carlos, Elcio, José Luiz e Valdeci do Carmo.
http://comoviveremos.com/2009/07/17/aulas-da-pos-em-sao-paulo/
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