Sua origem:
É comum para qualquer pessoa que professe a fé cristã, ter como livro de cabeceira a Bíblia Sagrada, principal e único livro da religião cristã, que teve seu inicio em Jesus Cristo.
Mas muitas pessoas que lêem esse livro todos os dias, mal conhecem a sua origem e como ela chegou até nós, a outras que aproveitam dessa falta de conhecimento para tirar proveito da ingenuidade alheia.
Nesse capitulo estaremos conhecendo um pouco da história da Bíblia Sagrada, para que você não se torne presa fácil dessas pessoas mal intencionadas.
Codex Sinaiticus(c. 350) contém a copia mais antiga completa do Novo Testamento, assim como o Antigo Testamento em grego, conhecido como Septuaginta
CÂNON - DATAS E PERÍODOS
O Novo Testamento foi completado em menos de 100 anos, pois seu último livro, o apocalipse, foi escrito cerca de 96 D.C. Isto é, dá um total de 1.142 anos para a formação de ambos os Testamentos (1046+96).Leve em conta Que a cronologia Bíblica é sempre aproximada, pois os povos orientais não tinham um sistema fixo de computação de datas.
Quando se fala do espaço total de tempo, que vai da escrita do Pentateuco ao apocalipse, é preciso intercalar os 400 anos do período interbíblico ocorrido entre os Testamentos, o que dará um total de 1542 anos (1046+96+400). Por isso se diz que a Bíblia foi escrita no espaço de 46 séculos. Este é o período no Qual o cânon foi completado.
CÂNON - SUA INSPIRAÇÃO
A canonicidade é determinada pela inspiração. Os livros da Bíblia não
são para Deus oriundos, isto porque eles tem valor, provieram de Deus. O processo mediante o qual Deus nos concede sua revelação chama-se inspiração. È a inspiração de Deus num livro que determina sua canonicidade. Deus dá autoridade divina a um livro, e os homens de Deus o atacam. Deus revela, e o seu povo conhece o que o Senhor revelou. A canonicidade é dada por Deus e descoberta pelos homens. A Bíblia constitui o "cânon", pelo qual tudo mais deve ser medido e avaliado pelo fato de Ter autoridade concedida por Deus. Sejam quais foram as medidas (os cânones ) usados pela igreja para descobrir com exatidão que livros possuem essa autoridade canônica ou normativa, não se deve dizer que determinam a canonicidade dos livros. Dizer que o povo de Deus, mediante quaisquer regras de conhecimento, "determina" que livros são autorizados por regra de conhecimentos. Deus pode conceder absoluto.
Só a inspiração divina determina a autoridade de um livro, se ele é canônico, de natureza normativa.
CÂNON - SUA DESCOBERTA
O povo de Deus tem desempenhado um papel de grande importância no processo de canonização. A comunidade dos crentes arca com a tarefa de chegar a uma conclusão sobre quais livros são realmente de Deus. A
fim de cumprir esse papel, a igreja deve procurar cartas características próprias da autoridade divina. Como poderia alguém reconhecer um livro inspirado só por vê-lo? Dai vários critérios estavam em jogo nesse
processo de reconhecimento. Ao qual são eles:
OS PRINCÍPIOS DA DESCOBERTA DA CANONICIDADE:
Sempre existiram falsos livros e falsas mensagens. E por representarem ameaça constante, surgiu-se a necessidade de que o povo de Deus tivesse mais cuidado com a coleção de livros sagrados guardados consigo, pois poderia haver alguns erros. A partir daí a igreja passou a questionar esses livros sagrados mediante cinco critérios; ao qual são eles:
a)O livro é autorizado - Veio de Deus;
b)É profético - Foi escrito por um servo de Deus;
c)É digno de confiança - Fala a verdade a cerca de Deus;
d)É Dinâmico - Possui o poder que transforma vidas;
e)É aceito pelo povo de Deus para o qual foi originalmente escrito.
Muitas objeções têm sido levantadas contra as várias teorias da inspiração, as quais partem de diferentes concepções, tendo variados graus de legitimidade, dependentemente do ângulo de observação da pessoa que as formula. Visto que o objetivo deste estudo é levar o leitor a compreender o caráter da Bíblia, o critério analítico que escolhemos visa a avaliar todas essas teorias, levando em consideração o que as Escrituras revelam a respeito de sua própria inspiração. Comecemos com o que a Bíblia ensina formalmente sobre essa questão e, depois, examinemos o que se acha logicamente implícito nesse ensino.



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